A marcação de uma intenção para a celebração da Eucarística e a oferta do respetivo estipêndio, far-se-á, no Cartório Paroquial ou por email, e com antecedência de, pelo menos, uma hora, em relação à hora de início da celebração, a fim de se garantir o processamento informático das respetivas marcações e oferta. Poderá ainda, em caso extraordinário, solicitar o seu pedido na sacristia, no período que antecede a celebração da missa, sem que isso prejudique o início pontual da celebração.

A dádiva que é costume fazer por ocasião da Missa é de 10 Euros, estipulada pelos Bispos da Província Eclesiástica de Lisboa. Os fiéis não deverão deixar de pedir uma intenção de Missa, por dificuldades económicas! No caso de manifestamente não poderem cumprir o valor estipulado, sugere-se que se dê, se possível, um valor não inferior a 5 euros. A oferta deve ser colocada dentro dos envelopes que existem para o efeito e depositados, na altura do peditório da missa, nos sacos próprios que passam pela assembleia, ou deixados no cartório paroquial aquando da marcação.

A Nossa oferta significa, em primeiro lugar, a nossa própria entrega a Deus em correspondência ao amor gratuito que Ele nos dedica. Em segundo lugar ela é uma forma de “contribuir para o bem da Igreja e participar no cuidado da mesma Igreja em sustentar os seus ministros e as suas obras?” (Can 946).

O Sacerdote mesmo quando celebra várias Missas só pode guardar um estipêndio (oferta). Os estipêndios das outras Missas vão para o Patriarcado e constituem um fundo autónomo que fica à “disposição do Bispo Diocesano, que o deve utilizar para o bem da lgreja, para ajudar outras Dioceses mais necessitadas, para mandar celebrar Missas pelas intenções de quem ofereceu e para incentivar a ação pastoral” (conforme o decreto de 13.10.2008 da Província Eclesiástica de Lisboa).

O valor do estipêndio não se destina a ≪pagar≫ a Missa. Por isso, ninguém pergunte «quanto custa a missa»? Aliás, tais expressões impróprias devem ser completamente banidas da nossa linguagem, que, neste caso, mais do que noutros, é verdadeiramente «uma fonte de mal-entendidos».

Não há dinheiro que pague a Salvação, que nos é oferecida em Cristo, e por meio d’Ele, desde a sua Páscoa, e sempre que celebramos a Eucaristia! Nós não pagaremos nunca o sacrifício de Cristo por nós, na Cruz, atualizado em cada Eucaristia. Fomos resgatados por grande preço: o Corpo dado e o Sangue derramado de Cristo, por nós! Evite-se qualquer aparência de negócio ou de comércio, com os estipêndios.